Dente 47 com extensa lesão de cárie e lesão endodôntica.
Foto: antes do tratamento (e); após tratamento imediato (d). Paciente foi encaminhado para reabilitação protética (pino e coroa).
Dente 26 com lesão de cárie extensa e paciente com dor, aumento do ligamento periodontal indicando início de lesão periapical.
Foto: antes do tratamento (d); após o tratamento imediato (e). Paciente foi encaminhado para reabilitação protética (bloco).
Dentes 24 e 25 com infiltração na restauração de amálgama, paciente com dor ao quente e frio.
Foto: durante o tratamento (sup.); após tratamento imediato (inf.).
Paciente foi encaminhado para reabilitação (restauração em resina).
Dentes 14 e 15 com extensa restauração em resina, paciente com dor ao quente e frio e sensação de choque ao mastigar.
Foto: antes do tratamento (sup.); após tratamento imediato (inf.).
Paciente foi encaminhado para reabilitação protética (pino e coroa).
Dente 26 com lesão endodôntica e pino de fibra de vidro com coroa em resina, paciente queixava de dor e choque ao mastigar.
Foto: antes do tratamento (sup.); após o tratamento imediato (inf.)
Paciente foi encaminhado para reabilitação protética (pino e coroa).
Dente 25 com pino metálico e coroa necessitando de reabilitação protética adequada e com lesão periapical.
Foto: antes do tratamento (e); após o tratamento imediato (d).
Paciente encaminhado para reabilitação protética (pino e coroa).
Dente 37 com histórico de cirurgia parendodôntica e retratamento. Apresentando 4 consutos radiculares e desvio de canal.
Foto: antes do tratamento (sup.); após o tratamento imediato (inf.)
Paciente foi encaminhado para reabilitação protética (pino e coroa).
Extensa lesão apical acomentendo os elementos dentários 21,22 e 23 com fístula, que foi o que levou a paciente a procurar ajuda odontológica. Foi realizado exame histopatológico para confirmar a hipótese diagnóstica de cisto radicular periapical. Foi realizado o tratamento endodôntico dos elementos envolvidos que não apesentavam vitalidade pulpar, cirurgia parendodôntica com apicectomia de segurança, retrobturação com MTA e enxerto ósseo da região de cisto. Na proservação foi possível observar osteointegração parcial destse elementos, e a fístula regrediu totalmente.
Extensa lesão apical acomentendo os elementos dentários 11, 12, 13 e 14 com edema palatino no qual foi drenado 5 ml de secreção purulenta. Paciente queixava-se de dor espontânea e pulsátil e incomodo palatino devido ao edema. Foi confirmado em exame histopatológico a hipótese diagnóstica de cisto periapical de origem inflamatória. Foi realizado tratamento endodôntico dos elementos 11 e 12 por não apresentarem vitalidade pulpar, cirurgia parendodôntica com apicectomia de segurança e retrobturação com MTA nos elementos citados e enxerto ósseo com membrana PRF, sessão de laser para melhor cicatrização e desinfecção. Na proservação foi constatada a falta de vitalidade dos elementos 13 e 14 após cirurgia e realizado o tratamento endodôntico desses elementos. Na proservação foi possível observar osteointegração total destes elementos, com absorção dos materiais biocompatíveis. O edema cessou totalmente.
Elemento 36 tratado endodônticamente enquanto o paciente ainda criança, fistula intraoral, mobilidade grau 2, bolsa periodontal de 7 mm. Paciente queixava-se de sensação de incomodo ao mastigar, sensação dolorosa ao toque e mastigação. Foi realizado cirurgia parendodôntica com curetagem da regiaço apical sem apicectomia, vedamento de perfuração na região próximo a furca e na raíz mesial com MTA, finalização cirurgica com enxerto ósseo e membrana PRF. Na proservação foi possível observar osteointegração total deste elemento, com absorção dos materiais biocompatíveis, a mobilidade foi cessada e a fístula regrediu totalmente.
Tratamento endodôtico guiado para canais calcificados, com grandes desvios, perfurações, desobturações para pino com desvios prévios. Elementos 12 e 14 com calcificações na entrada dos condutos radiculares.
Fístula intra oral associada aos elementos dentários 14 e 15 com lesão apical. Foram tratados os canais e a fístula regrediu totalmente.
Fístula extra oral associada aos dentes 44, 43 e 42 devido a trauma por acidente automobilístico. A fístula foi limpa e desinfecionada, tratados os canais e realizadas sessões de laser de baixa potência para potecialização da desinfecção e cicatrização.
Fístula intra oral associada ao dentes 23 e 24 com extensas restaurações em resina composta devido à abfrações do paciente. Foi tratados endododnticamente os canais associados e realizadas esões de laser de baixa potência junto da desinfecção da fístula, que regrediu totalamente após 15 dias.
Dente 26 com 4º conduto localizado. Variação anatômica muito encontrada na maioria dos casos, inclusive motivo de muito retratamentos necessários por sensibilidade do dente após o tratamento anterior.
Dente 36 com 5 condutos localizados
Cirurgia periodontal do elemento 36 tratado endodônticamente por essa profissional, no qual foi selado uma reabsorção interna e encaminhado para reabilitação, a reabilitação indicada (pino e coroa) não foram feitas, o paciente buscou profissional para realizar implante na região de dente 35 no qual foi contaminado por infiltração periodontal da falat de reabilitação adequada. Voltou ao consultório para tratamento periodontal, onde foi realizada cirurgia de raspagem a campo aberto, estabilização periodontal com membrana de PRF, provisório para posterior reabilitação com pino e coroa e sessões de laser de baixa potênca para desinfecção e cicatrização da ferida cirurgica. Resultado obtido em 15 dias de tratamento.
Edema facial causado pela necessidade de tratamento endodôntico dos elementos 14 e 15 já com fístula há mais de 3 meses. Foi reaizado o acesso dos canais, prescrito medicações e em 24 horas podemos observar o fim do edema, em 7 dias a fístula teve sua regressão total.